Piscinão Jaboticabal entra em operação e fortalece prevenção contra enchentes no ABC

Dezembro 24, 2025
Piscinão Jaboticabal entra em operação e fortalece prevenção contra enchentes no ABC

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Com capacidade para armazenar até 900 mil m³ de águas pluviais, o Reservatório de Contenção de Cheias Jaboticabal vai beneficiar cerca de 1,5 milhão de pessoas no Grande ABC e na capital paulista

O Governo de SP deu início à operação nesta terça-feira (23) do piscinão Jaboticabal, reforço importante para o sistema de prevenção contra enchentes na Região Metropolitana de São Paulo, beneficiando cerca de 1,5 milhão de pessoas. Localizado na divisa entre São Paulo, São Caetano do Sul e São Bernardo do Campo, o empreendimento é uma das principais obras de macrodrenagem da Região Metropolitana e faz parte de um pacote de R$ 25 bilhões que vem sendo executado pelo Governo de São Paulo para ampliar a resiliência hídrica no estado. 

“Há tempos atrás nós tivemos aqui e dissemos: ‘vai começar a operar no final do ano’. Era um objetivo nosso, porque a gente quer que no período de chuvas, no verão, esse piscinão esteja operando 100%. E vai estar pronto para funcionar. Hoje estamos aqui e o Jaboticabal é o maior piscinão da América Latina, com 900 milhões de litros, o equivalente a 360 piscinas olímpicas”, disse o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

O piscinão tem capacidade para armazenar até 900 mil metros cúbicos de água, volume equivalente a 360 piscinas olímpicas, contribuindo para o controle de inundações em uma área de até 100 km². Possui 13 metros de profundidade e ocupa uma área de 130 mil m², ligando o Córrego Jaboticabal, nas proximidades da Rodovia Anchieta, ao Ribeirão dos Meninos. Para auxiliar no escoamento da água acumulada, foram instalados seis conjuntos de motobombas, cada um com vazão de 850 litros por segundo. O investimento é de aproximadamente R$ 573 milhões.

“Hoje é um dia histórico e a gente precisa falar e lembrar desse dia. O governador me chamou e falou: ‘Natália, a gente precisa resolver problemas históricos’, como ele gosta de falar, ‘a gente quer fazer do impossível, o possível’. E essa obra é muito representativa, porque ela é isso. Estava com um ritmo lento, com uma série de desafios, que a gente conseguiu superar, disse a secretária Natália Resende, Secretária Estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística.

 

 

 

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