A dor pode desestabilizar, frustrar, entristecer, fatigar e preocupar o ser humano que convive diariamente ou frequentemente com ela. Para explorar com profundidade como as dores de cabeça podem provocar diferentes tipos de reações emocionais e expectativas funcionais, a Kantar realizou pesquisa com mulheres e homens, de todo o Brasil, de 30 a 60 anos, pertencentes as classes sociais AB1, B2 e C1.
O estudo trouxe resultados importantes com depoimentos reais de consumidores que revelam como se sentem com as dores e como o analgésico pode ser uma boa solução. Mas quando se fala de dor, é de extrema importância saber qual medicamento usar porque para cada dor é recomendável um analgésico específico.
Denise Katz, médica especialista em dor, sugere, por exemplo, que as dores de cabeça costumam ter boa resposta com o uso de dipirona isolada, ou de associações como dipirona, mucato de isometepteno e cafeína. É importante salientar que medicamentos com associação são mais específicos que monodrogas, que podem ser usadas para diversas situações. Portanto, a associação medicamentosa é indicada para tratar uma dor determinada.
Confira abaixo os resultados da pesquisa Kantar.
Tipos de reações emocionais e expectativas funcionais provocados por dores de cabeça
1. A dor que desestabiliza
Durante o estudo, os usuários escolheram imagens extremas para representar uma dor que os tira do eixo.
Estilo de vida e emoções
A mudança de hábitos não está no radar. O analgésico é um salvador.
"A sensação é que a minha cabeça vai estourar, porque é uma dor insuportável, que eu não consigo controlar. Qualquer som, qualquer movimento mais forte com a cabeça me incomoda". (Mulher, 45 anos)
2-A dor que frustra/entristece
Durante o estudo, as imagens de tristeza retratam um procedimento comum, especialmente entre as mulheres com dores fortes.
Estilo de vida e emoções
O descanso compromete os afazeres e pode gerar culpa e mau humor. O analgésico é um restaurador.
"Eu fico com raiva e também sinto tristeza quando estou com dor de cabeça. Tenho filhos pequenos e tenho aquela sensação de que não posso adoecer. (Mulher, 37 anos)
3-A dor que fatiga
Trabalho por longas horas no computador e trânsito pesado são imagens associadas por alguns, especialmente homens.
Estilo de vida e emoções
A dor é associada a rotinas difíceis de se evitar. O analgésico é um companheiro.
"Não há nada que eu odeie mais do que o trânsito caótico, parado e com falta de educação da grande maioria dos motoristas!" (Homem, 43 anos)
4-A dor que preocupa
Alguns poucos homens associam dor de cabeça a problemas como hipertensão.
Estilo de vida e emoções
Tom pessimista leva à preocupação ampla com saúde. O analgésico é um paliativo.
"Penso em hipertensão, porque até onde eu sei é uma das causas de dores de cabeça e me preocupo com isso". (Homem, 43 anos)
Campos emocional e comportamental
O estudo mostra que no campo emocional, a restauração do humor e a sensação de liberdade se destacam. Já no campo comportamental, a retomada de tarefas ordinárias é aspecto central. Confira abaixo as declarações dos consumidores.
Restauração do humor
Imagens de sorrisos que remetem à felicidade são utilizadas pelos consumidores para representar os analgésicos. Esses medicamentos interrompem a irritabilidade provocada pela dor e retomam o humor.
"Perceber o alívio que a ausência da dor de cabeça causa, é uma sensação de liberdade, de alegria em saber que aquilo que tanto incomodava, agora não me pertence mais" (Homem, 35 anos)
Sensação de tranquilidade e liberdade
O alívio proporcionado pelos analgésicos também é associado à sensação de tranquilidade e liberdade, sendo representadas pelos usuários por imagens de natureza e paz.
"Penso em alívio, tem que levantar as mãos para o céu e agradecer que a dor se foi" (Homem, 37 anos)
Medicamento como solucionador
Os usuários que escolhem imagens de medicamentos se referem à confiança que depositam na solução da dor de cabeça. Os analgésicos são interpretados literalmente segundo a sua função solucionador.
"O analgésico é a fada madrinha da dor de cabeça, porque tira a dor como um passe de mágica" (Mulher, 45 anos)
Conforme a pesquisa demonstra, por meio de depoimentos sinceros e que fazem parte da vida das pessoas, constatamos que o medicamento é uma benéfica grande descoberta humana. Eles estão aí para aliviar diferentes tipos de dores. Analgésicos respaldados pelos estudos da ciência e por profissionais habilitados na área médica são sempre ótimos aliados", conclui Denise.
